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Não foi Deus quem criou o Universo, - segundo o físico Stephen Hawking
Postado por Tatiana C. Mendes
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
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Ciência,
Cultura,
Livros (Sugestões)
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Stephen W. Hawking, um famoso cientista britânico, afirma em seu novo livro que a participação de Deus na criação do Universo é descartada pela física moderna. Segundo o cientista, o Big Bang nada mais é que uma conseqüência natural das leis da física. O livro, ainda inédito, recebeu o título de “The Great Design”, ou traduzido livremente, “O Grande Projeto”. Alguns trechos da obra foram publicados pelo jornal The Times.
“A criação espontânea é a razão pela qual algo existe em vez de nada”, segundo Stephen Hawking. Uma das provas para sua afirmativa seria o fato citado pelo cientista na nova obra: a descoberta de um planeta orbitando uma estrela e não o sol, isso em 1992, diferentemente do “algo” que faz as condições planetárias terrestres – relação entre massa solar e distância para o sol; segundo Stephen tais provas são “muito menos convincentes de que a Terra foi cuidadosamente projetada somente para agradar a nós, seres humanos”.
A partir da afirmativa citada acima, Stephen quer dizer que se “algo” ou “alguém”, leia-se aqui, Deus, tivesse de fato criado tudo, tal tipo de coisa – planeta ao redor de uma estrela e não do sol - não existiria, afinal, existiriam padrões; ledo engano do físico, independente de existirem condições mais propícias para este ou aquele tipo de vida, analisarmos tamanha grandeza com nossa insignificância e limitação é de muita pretensão, além de generalizar um TODO ser algo totalmente errado e imbecil.
"Devido à existência de uma lei como a da gravidade, o Universo pode e vai criar a si mesmo do nada”, afirma o físico no livro, além de dizer, ainda que "a criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, do porquê do universo existir, do porquê de nós existimos”.
Que existe algo ao invés de nada é óbvio, afinal, nada é nada, nada é tudo, todo – como diria Ernesto Sabato, “o nada é a forma mais imaculada da pureza”; pensar em nada já é por si só pensar em alguma coisa.
"The Great Design" foi escrito em parceria com o físico norte-americano Leonard Mlodinow e tem lançamento previsto para o próximo dia 09.
O interessante é que nesta obra o cientista britânico parece ter mudado de opinião, até porque em uma de suas obras mais conhecidas, Uma Breve História do Tempo (obra com mais de 09 milhões de cópias vendidas), publicada em 1988, o cientista sugeria que a idéia de uma criação divina seria compatível com uma compreensão científica do Universo: “se nós descobrirmos uma teoria completa, será o triunfo definitivo da razão humana – pois então nós deveremos conhecer a mente de Deus”.
O grande engano é que como poderíamos conhecer a mente de Deus se não conhecemos a nós mesmos? Ao que tudo indica, Stephen, numa busca incessante por respostas, acabou se perdendo em suas próprias questões, além de ter se afastado ainda mais do “conhece-te a ti mesmo” socrático; quanto a mim? “Só sei que nada sei”, ao menos por enquanto.
Fonte: O Globo.com
Obscenidades para uma Dona de Casa
Postado por Tatiana C. Mendes
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
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Livros (Sugestões),
Poetando
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Quer se deliciar? Então o faça! Mas com vontade, gana, desejo... Entrega,... Verdade? Caso queira; sem absolutismos desnecessários. Leia, sinta, pense, faça o que quiser na seqüência:
Obscenidades para uma dona-de-casa
(Ignácio de Loyola Brandão)
Três da tarde ainda, ficava ansiosa. Andava para lá, entrava na cozinha, preparava nescafé. Ligava televisão, desligava, abria o livro. Regava a planta já regada, girava a agenda telefônica, à procura de amiga a quem chamar. Apanhava o litro de martíni, desistia, é estranho beber sozinha às três e meia da tarde. Podem achar que você é alcoólatra. Abria gavetas, arrumava calcinhas e sutiãs arrumados. Fiscalizava as meias do marido, nenhuma precisando remendo. Jamais havia meias em mau estado, ela se esquecia que ele é neurótico por meias, ao menor sinal de esgarçamento, joga fora. Nem dá aos empregados do prédio, atira no lixo.
Frida Kahlo, suas fotos
Postado por Tatiana C. Mendes
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
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Livros (Sugestões)
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Para os fãs de Frida e os admiradores de "boa arte", fica a sugestão da obra: Frida Kahlo, suas fotos.
Tal livro ainda na primeira edição já pode ser considerado uma raridade - essencial para aqueles que gostam de Frida. Quando Frida morreu, em 1954, todos os seus objetos ficaram trancados no banheiro da Casa Azul, onde ela morou muitos anos com o pintor Diego Rivera.












